Literatura Nacional | O Castelo das Águias



Literatura Nacional – Ana Lúcia

Ana Lúcia é carioca, residente em Niterói – RJ com seu marido e filha. Está perto de fazer 50 anos. Considera-se uma pessoa acessível, que ri bastante e adora conversar, porém há momentos em que gosta de ficar sozinha e mergulhar nos vários mundos que tem em sua cabeça. Já morou em Portugal e adora viajar, principalmente para destinos culturais.

Agora vemos para uma pequena entrevista para descobrir mais detalhes sobre esta escritora nacional:

(Mayara) “Você tem livros publicados? Se sim, quais e por quais editoras?”

(Ana) “Tenho um livro de não-ficção. ‘Os Contos de Fadas’, pela Nova Alexandria; o romance ‘O Caçador’ pela Franco Editora; o infantojuvenil ‘Pão e Arte’ pela Escrita Fina, e, pela Editora Draco, a trilogia iniciada com ‘O Castelo das Águias’ e o infantojuvenil ‘Anna e a Trilha Secreta’. Sou também autora de muitos contos, publicados fisicamente e online, e organizo coletâneas de contos para a Editora Draco.”

(Mayara) “Qual foi a sensação de publicar seu primeiro livro?”

(Ana) “Foi uma sensação de missão cumprida! Eu batalhei muito por uma editora e não consegui, por isso resolvi publicar independentemente ‘O Caçador’ e ‘Os Contos de Fadas’. Aí, duas editoras se interessaram por eles, e logo depois a Draco e a Escrita Fina também mostraram interesse. Na Draco estou desenvolvendo um trabalho consistente dentro de fantasia épica e crescendo muito como autora.”

(Mayara) “Você recebe feedbacks frequentemente dos leitores?”

(Ana) “Recebo feedback na rede e em eventos, mas os que eu mais gosto vêm dos estudantes que leram meus livros adotados em escolas – isso já aconteceu com ‘O Caçador’, ‘Pão e Arte’, ‘O Castelo das Águias’ e ‘Anna e a Trilha Secreta’.”

(Mayara) “Teve algum leitor que te marcou muito?”

(Ana) “Uma leitora na faixa dos 20 anos disse que gostaria de ter tido um livro como ‘Anna e a Trilha Secreta’ quando ela era criança. Isso me deixou muito contente: pensar que o livro pode fazer diferença para alguém que o leia quando ainda criança, com as dúvidas e os anseios da protagonista.”

(Mayara) “Agora, como leitora: Qual seu livro preferido?”

(Ana) “Meu livro favorito e que me despertou para o fato de que eu queria ser escritora, fazer disso uma profissão, é ‘A História Sem Fim’, do alemão Michael Ende.”

(Mayara) “Por que você escreve?”

(Ana) “Escrevo como um meio de autoexpressão: as histórias surgem na minha cabeça e preciso contá-las, e quanto mais as compartilhar, melhor! Não escrevo com preocupações didáticas, embora nas minhas histórias eu creia passar algumas mensagens, principalmente de tolerância e empatia, e alguns valores em que acredito.”

(Mayara) “Por que você lê?”

(Ana) “Leio porque, assim como tenho avidez de contar histórias, tenho muita necessidade de saber o que os outros têm a dizer. A fazer parte de vários universos ao mesmo tempo e experimentar o convívio com todo tipo de gente.”

(Mayara) “Se pudesse passar uma mensagem mundialmente para as crianças, incentivando-as a ler e escrever, o que falaria?”

(Ana) “Eu diria que ler e escrever são antes de tudo coisas que a gente deve fazer por prazer. É muito legal contar e ouvir histórias, é muito bom viajar, é tão bacana aprender coisas novas. Tudo isso a gente pode fazer através dos livros que lê e acrescentar a nossa marca através de histórias que escreve. Ler é abrir portas para outros mundos, escrever é convidar amigos para que partilhem do nosso.”