Atores subestimados por todos versão USA



Venho apresentar para todos os dragões este, os atores que  consideramos os mais subestimados hoje tanto pelo público quanto pela indústria em geral, que acabam não ganhando muitos papéis principais nas telonas, só porque nas telinhas, grande parte deles, já deram mais que show.

 

Number 1 – Kyle Chandler

O ator veio do famoso bolo de atores que surgiram no final dos anos 80 e início dos anos 90, mas como nada é fácil na vida, Chandler praticamente só fez filmes e participações na TV, até que em 2005 o nosso senhor crediário (não entendeu a piada, então escuta nosso primeiro podcast que tá DOPE NIGGA), Peter Jackson deu uma chance para nosso não acreditado no longa do macacão não tão gigante na época, King Kong. A partir daí começou um vai e vem na TV e nas telonas pro subestimado Chandler, ele já participou daquela série que ninguém liga de médicos tarados, Grey’s Anatomy, foi o ator principal da série subestimada de futebol americano Friday Night Lights (Uma série subestimada para um ator subestido, porque não), fez participações nos desenhos adultos Family guy e Chicken Robot, atualmente está estrelando a série da netflix Bloodline que chuto ser a série com a melhor construção de roteiro do serviço de streaming. Já nas salinhas de cinema, a carreira do ator alavancou trabalhando com Peter Berg em O Reino, com Keanu Reeves em “O Dia em que a Terra Parou”. Nosso amado J.J Abrams em Super 8, o sem expressão Ben Affleck em argo, na caçada à Osama Bin Laden em a “Hora Mais Escura”, o gênio Scorcese em um dos melhores filmes da história da arte moderna, Lobo de Wall Street, e o último queridinho do oscar Manchester a Beira Mar, mas apesar dessa boa lista de trabalhos ele nunca foi cotado para ser a estrela do filme ou indicado para uma premiação apesar de ter feito boas atuações.

 

Number 2 – Jonah Hill

 

Jonah Hill começou a fazer aparições em grandes filmes de comédia desde o começo da sua carreira como O virgem de 40 anos e Click, mas só veio a estourar para o mundo no famoso filme do transante Mclovin; “Superbad”, foi o primeiro filme de comédia que o próprio Seth Rogen escreveu, e segundo ele, o roteiro estava pronto desde sua adolescência mas nenhum estúdio aceitava fazê-lo. Ainda bem aceitaram não é mesmo. O filme foi tão bom que deixou os personagens marcados para sempre na cultura pop, mas depois disso nosso subestimado da vez assume logo o estigma de ator de comédia firmando sua parceria com o Seth Rogen e fazendo papéis em outros longas de comédia, até que em 2011, ele se meteu no projeto escrito por nada mais nada menos que Aaron Sorkin e estrelado pelo Milf Brad Pitt. “Moneyball” foi um divisor de águas na carreira do gordinho querido pelo povo, pois por incrível que pareça o roliço atuou muito bem. Após este filme, ele volta aos filmes de comédia estrelando o melhor filme de comédia daquele ano, “Anjos da Lei”, que ganhou uma sequência mais para a frente, mas voltando ao barriga de porco, lembra que eu disse que o Moneyball foi um divisor de águas, então, o Scorsese por acaso assistiu esse filme e gostou do nosso tampa de ralo, e o convidou para co-estrelar um filmeco com o pequeno Leo di Caprio. Os 3 ganharam uma indicação Oscar naquele fatídico ano. O literalmente gigante Jonah Hill não vai deixar de fazer suas comédias, mas já vimos em pelo menos 3 trabalhos que ele consegue dar uma carga dramática para pelo menos ter uma indicação para o oscar, então vamos dar mais papéis importantes para ele Hollywood.

 

Number 3 – Jeff Daniel

Vemos aqui mais um caso de preconceito com quem faz comédia. Jeff Daniels ficou eternizado por seu papel no filme “Debi e Loide”, mas quem viu “The Newsroom” sabe que a carga dramática que esse ator consegue trazer para a obra em que está trabalhando é demais de boa. Com início da carreira lá atrás na década de 80, demorou para o ator começar a fazer relativo sucesso, até hoje se você pergunta para alguém que só acompanha filmes mainstreams quem é Jeff Daniels, pode ter certeza que esse nego não vai saber responder, meu querido. É verdade que ele faz muita coisa desnecessária mas convenhamos que se você puxar o grandessíssimo currículo dele, também é fácil achar bons trabalhos, como o “Perdido em Marte” de Ridley Scott, o próprio “The Newsroom” da HBO, Intrigas de Estado de 2009, e isso são poucos exemplos mais comerciais de bons trabalhos dele. Todos já se meteram em enrascadas, já passou da hora desse senhor ganhar papéis mais interessantes nas telonas.